Fiz um pacote para win32 com Apache v2.2.11.0, PHP 5.2.8, mySQL 5.1.30 e Lua 5.1.2 (com Kepler); todos pre-instalados, e tudo isso em apenas 4.63MB. Acho que este é o primeiro WAMP que tem a linguagem de programação Lua instalada. Coloquei um pequeno exemplo no diretório "www"em que Lua e PHP são utilizadas no mesmo arquivo para formar a frase "hello world" pelo recurso SSI do apache. Não foi um bom exemplo, ainda preciso estudar melhores formas de utilizar essas duas linguagens em um mesmo projeto.
Para rodar, basta clicar no arquivo "xoopserver.exe".
Nesta versão, o PhpMyAdmin foi substituído pelo PhpMiniAdmin com o objetivo de economizar espaço. Na próxima versão, atualizarei as versões da Lua, Kepler, e incluirei alguns componentes do PHP. Configurado em 31 de dezembro de 2008.
Acrônimo de User Datagram Protocol. O protocolo sem conexão, que corresponde à camada de transporte no modelo ISO/OSI, usado pelo conjunto de protocolos TCP/IP. O UDP converte as mensagens geradas por uma aplicação em pacotes a serem enviados através do protocolo IP, mas não verifica a recepção correta das mensagens. Por conseguinte, o UDP é mais eficiente que o TCP, de modo que ele é usado para várias finalidades, incluindo o SNMP; a confiabilidade depende da aplicação que gera a mensagem.
Sempre pensei que fosse assim, mas acabei de saber que é novidade: estão ensinando os robôs a pensar usando a lógica difusa. Cadê o meu espanto?
A lógica diz que Sócrates era mortal (já que Sócrates era humano e todos os humanos são mortais), mas não diz se era alto ou baixo, nem se cobrava um salário digno ou se era abastado. Ser "alto" é um conceito difuso, e ensiná-lo a uma máquina requer um novo tipo de "lógica difusa" [ou lógica incerta]. O problema é importante porque a maioria das situações da vida real são difusas. Está calor ou 'está bom'? Quando pisar ou soltar o freio? O paciente tem gastrite? Há crise ou desaceleração?"A lógica clássica aristotélica mostrou-se eficaz em ciências exatas como a matemática ou a física", diz o cientista da computação Jorge Elorza, da Universidade de Navarra. "Mas revela-se insuficiente quando as afirmações contêm imprecisão, incerteza ou ambigüidade, que é como funciona o raciocínio humano; a lógica difusa ajuda os programas informáticos a interpretarem juízos desse tipo".Elorza cita como exemplo os critérios para diagnosticar a gastrite aguda: "dores difusas no estômago, náuseas com ou sem vômito e incômodos diversos". Para que os computadores ajudem no diagnóstico médico, devem se programados com a lógica difusa, mais semelhante à que os médicos aplicam nesses casos. "Trata-se de um computador com palavras em vez de números", diz.Na lógica difusa, as coisas não são verdade ou mentira. Uma coisa pode ser 15% verdadeira (tecnicamente, seu "grau de verdade" é de 0,15). E as variáveis (ou categorias) não são números, mas nomes sem fronteiras precisas (faz calor, frio ou "estar normal"), e os operadores que os modificam são "bastante" ou "não muito".Como qualquer um que trabalhe em escritório ou faça compras em grandes lojas, o fato de estar calor, frio ou normal são três coisas que podem ser verdade ao mesmo tempo. E, além disso, depende de quem responde.Um termostato difuso examina os graus de verdade das três afirmações para decidir se coloca mais ou menos ar frio na sala. Isso, com certeza, elimina a clássica distinção entre otimistas e pessimistas, porque o copo já não está mais meio cheio ou meio vazio, mas está cheio com um grau de verdade de 0,5. E vazio na mesma medida. Se o copo estiver com três quartos de sua capacidade, é 0,75 verdade que está cheio, mas também é 0,25 verdade que está vazio.As aplicações da lógica difusa na engenharia crescem com ímpeto. De fato, elas já fazem parte da vida cotidiana. "Minha lavadora é de uma das marcas que já usa a lógica difusa", diz Elorza. As duas marcas são AEG e Miele, e usam esses métodos de computação para controlar o programa de lavagem quando a roupa "não está muito suja": um conceito difuso.A técnica também é usada nos sistemas de freio dos automóveis, no foco automático das câmeras fotográficas, no controle dos elevadores em prédios públicos, filtros de spam [mensagens indesejadas] e videogames. Os fabricantes não tornaram esses avanços públicos por uma razão evidente. "Freios controlados por uma lógica incerta" não é o tipo de mensagem capaz de vender mais carros.Mas a má fama da lógica incerta ou difusa deve-se à má escolha do nome. O que é incerto não é a lógica - que tem uma definição matemática precisa - mas o mundo ao qual ela se aplica, incluindo nossa percepção de suas fronteiras e categorias."As máquinas codificam o que nós transmitimos a elas e calculam muito depressa, mas carecem de um menor grau de generalização", explica Elorza. "Os últimos avanços englobam métodos que, juntamente com a lógica difusa, giram em torno de redes neuronais e algoritmos genéticos, uma enriquecedora combinação de técnicas denominada de "soft computing". O conceito de soft computing, que pode ser traduzido como "computação leve" (ainda que ninguém o faça), foi introduzido na década passada pelo matemático azerbaijano-iraniano Lofti Zadeh, da Universidade de Berkeley. O próprio Zadeh havia inventado a lógica incerta nos anos 60 e 70. Os avanços posteriores nas redes neurais (programas que aprende pela experiência) e algoritmos genéticos (programa que evoluem com o tempo) pareceram a Zadeh um complemento idôneo para sua lógica incerta.A combinação dessas ferramentas (denominada soft computing) permite que as máquinas aprendam a manejar conceitos difusos, muito ao estilo humano. O Congresso Espanhol sobre Tecnologias e Lógica Incerta, que aconteceu esta semana nos vales de mineração asturianos (Langreo-Mieres), já está em sua 14ª edição.Um exemplo em que o soft computing conseguiu avanços notáveis é o reconhecimento da escrita manual. Trata-se de um grande problema para a computação convencional, porque é difícil imaginar uma descrição matemática precisa da letra "a" que abarque todos os "as" que as pessoas escrevem (e reconhecem). Mas o soft computing é capaz de manejar categorias como "mais ou menos um a". Lembrem-se que, na lógica difusa, uma coisa pode ser um "a" com um grau de verdade de 0,7, por exemplo. O sistema de reconhecimento da escrita apresenta muitas falhas com cada novo usuário, mas logo se adapta às peculiaridades de seus traços. Para isso servem as redes neurais.As redes neurais são programas inspirados na biologia. São compostas de neurônios que recebem várias informações e as combinam para emitir uma só resposta, como os neurônios de verdade. E, assim como eles, modificam a força de suas conexões em função da experiência. Sua aprendizagem costuma ser "guiada", ou seja, baseia-se na comparação do resultado proposto pela máquina com a solução correta da vida real.Esses programas não pretendem ser um modelo de funcionamento real do cérebro - tanto os neurônios individuais como suas conexões são uma caricatura da versão biológica -, mas são capazes de aprender com a experiência.75% dos carros fabricados são equipados com o sistema de freios ABS. A Intel Corporation, gigante da fabricação de chips eletrônicos, é também um dos fornecedores de controles eletrônicos para o sistema ABS, e utiliza a lógica difusa. A função do ABS é manipular os freios para evitar que o carro patine. Um vasto encadeamento de silogismos aristotélicos não ajuda muito nessas situações, como sabe qualquer motorista. Os sistemas de visão artificial dependem bastante da lógica difusa. Para nós, parece fácil decompor uma cena visual em objetos distintos, mas delimitar suas fronteiras é uma questão complicada que nosso cérebro tem de resolver a cada segundo.A fronteira real chega aos nossos olhos borrada pela imprecisão do foco, das sombras e contrastes. Várias interpretações podem ser verdade ao mesmo tempo, e é ponderado o grau de verdade com o qual a máquina decide. Nosso córtex visual também funciona assim. O mesmo vale para os sistemas de identificação facial, reconhecimento da fala e interpretação dos gestos, alguns aparelhos de diagnóstico médico e um número cada vez maior de aplicações financeiras.A lógica difusa pode se vangloriar de uma origem venerável. Já faz 2.400 anos que Parmênides de Elea sugeriu que uma proposição poderia ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo. Platão, seu grande admirador, levou em conta a proposição e chegou a admitir uma terceira região entre os pólos da verdade e da mentira. Mas essas idéias tiveram que esperar por Zadeh para se cristalizarem numa forma matemática precisa, e portanto útil aos engenheiros.A idéia de que o cérebro humano utiliza um mecanismo análogo à lógica difusa deve muito ao lingüista William Labov, fundador da sociolingüística moderna.Labov demonstrou em 1973 que as categorias "xícara" e "tigela" são difusas no nosso cérebro: confundem-se uma com a outra, e seu uso depende mais do contexto e da experiência do falante do que do tamanho real do recipiente. Por exemplo, muitos sujeitos da experiência consideraram o mesmo recipiente como sendo uma xícara (se diziam a eles que continha café) e uma tigela (quando pouco tempo depois sugeriam a eles que servia para comer). A decisão entre os dois nomes depende também de outros fatores: ter uma asa, ser de cristal, estar sobre um pires e exibir um diâmetro que aumenta desde a base até a boca tiram pontos da "tigela" e empurram o falante para "xícara". O resultado de Labov é muito semelhante à lógica difusa: no nosso cérebro, um objeto pode ser uma tigela com um grau de verdade de 0,7 e uma xícara com um grau de verdade de 0,3. E esses graus se ajustam continuamente em função do contexto da experiência do falante.A neurobiologia mais recente confirmou as idéias de Labov de uma forma inesperada, em uma série de experimentos que iluminaram o problema central da semântica - como atribuímos um significado às palavras? - e também um tema chave da filosofia da mente: o que são os conceitos, os símbolos mentais com os quais se tece o pensamento humano?A idéia convencional é de que os conceitos são entidades estáveis, que se formam e são manipulados nas altas instâncias do córtex cerebral (os lóbulos frontais, agigantados durante a evolução humana). O conceito "flor" seria um autêntico "símbolo" pelo mesmo motivo que a palavra flor o é: porque se tornou independente de seu significado e pode ser manejado sem que se tenha uma flor à frente.Mas os dados estão revelando que o símbolo e seu significado são, em grande medida, a mesma coisa para o nosso cérebro. Pensar em algo vermelho, ou até pensar de forma abstrata sobre a cor vermelho, ativa os mesmos circuitos cerebrais que ver a cor fisicamente.Uma pergunta comum nos testes psicológicos é se dois desenhos diferentes representam duas orientações do mesmo objeto. Resolvemos o problema "girando mentalmente" o objeto, o que é esclarecido por um fato eloqüente: nosso tempo de resposta é diretamente proporcional ao ângulo que distingue um desenho do outro.O laboratório de Herbert Bauer, em Viena, demonstrou no ano passado que a "rotação mental" é indissociável da atividade de uma parte do córtex motor, a mesma que usamos quando queremos mover um objeto de verdade. Trata-se, segundo Bauer, de "uma simulação interna da rotação real de um objeto".Quando uma pessoa lê o verbo "pular" não apenas os seus lóbulos frontais se ativam, mas também as áreas que recebem a informação dos sentidos e os motores que regem suas ações. Os conceitos que manejamos se parecem menos com as definições da lógica formal do que com as verdades da lógica difusa: relativas, provisórias e tecidas com as fibras do mundo real. Fonte: El País.
Penso em investir parte do meu tempo com inteligência artificial escrita em Lua.
É feio mesmo, de mal gosto. Se você quer fazer um blogue ou um site que ofereçam uma navegação agradável, mire-se nesses exemplos de como não criar sua página.
O site Design Sludge exibe diversos tipos de combinações não devem ser feitas quando da criação de um website.
Como se pode notar, letras piscantes, cinco fontes completamente diferentes umas das outras e fotos sobrepostas não são uma boa escolha.
Estive suspirando vendo ESSAS FOTOS... Que coisa linda! Sabiam que na mitologia nórdica, eles explicavam o fenômeno da Aurora Boreal como sendo "o brilho dos cascos dos cavalos das Valkirias", que pegavam ao fim do dia os mortos em batalha, para levar à Odin, no salão do Valhalla. Lindas fotos!
São imagens realmente lindas mesmo.... Vou aproveitar a deixa para atualizar este tópico com uma notícia quente: Mozilla convida todos a participar no Aurora. A Mozilla, criadora do Firefox 3, está a convidar os internautas para participarem na criação de uma nova geração de browsers: o Aurora. A empresa pede ainda colaboração da indústria e dos utilizadores pessoais em dois outros projectos: uma versão móvel do Firefox e a melhoria no acesso ao histórico e às bookmarks. Notícia completa:
"Os pesquisadores da Mozilla Foundation estão trabalhando no sucessor do Firefox. O conceito, chamado de Aurora, pode transformar as informações dos sites em widgets, e repassá-los para a área de trabalho do desktop.
Uma demonstração em vídeo do novo browser mostra que ele realizará uma espécie de coleta de dados na web. Os widgets permitirão a visualização de informações na internet de outras maneiras, no computador. A idéia é aglutinar os dados de um jeito que possam ser arrastados para a área de trabalho do computador, podendo personalizá-los.
A interface do Aurora chama a atenção, por trazer elementos 3D. O vídeo de apresentação mostra que na parte de favoritos, por exemplo, os sites ficam dispostos em widgets, com as páginas mais acessadas perto do alcance do usuário, em comparação aos sites menos visitados.
O navegador também traz um ícone para acessar os comunicadores instantâneos, com o programa dentro dele. A Mozilla planeja revolucionar os browsers, "com a ajuda da indústria e pessoas no mundo que desejam se envolver e dividir idéias para nos ajudar a direcionar o futuro da internet", segundo o vice-presidente da Mozilla Labs, Chris Beard."
Mais, agora do PeopleWare: “A Mozilla Foundation já trabalha no Aurora, sucessor do Firefox. O conceito pode transformar as informações dos sites em widgets e repassá-los para a área de trabalho do desktop. Os widgets permitirão a visualização de informações na internet de outras maneiras no computador. A idéia é aglutinar os dados de um jeito que possam ser arrastados para a área de trabalho do aparelho, além de ser personalizados. A interface do Aurora chama a atenção por trazer elementos 3D. O vídeo de apresentação mostra que na parte de favoritos, por exemplo, os sites ficam dispostos em widgets, com as páginas mais acessadas perto do alcance do usuário, em comparação aos sites menos visitados. O navegador também traz um ícone para acessar os comunicadores instantâneos com o programa dentro dele. A Mozilla planeja revolucionar os browsers, “com a ajuda da indústria e pessoas no mundo que desejam se envolver e dividir idéias para nos ajudar a direcionar o futuro da internet”, afirmou o vice-presidente da Mozilla Labs, Chris Beard.”
Os pesquisadores da Mozilla Foundation estão trabalhando no sucessor do Firefox. O conceito, chamado de Aurora, pode transformar as informações dos sites em widgets, e repassá-los para a área de trabalho do desktop.
Uma demonstração em vídeo do novo browser mostra que ele realizará uma espécie de coleta de dados na web. Os widgets permitirão a visualização de informações na internet de outras maneiras, no computador. A idéia é aglutinar os dados de um jeito que possam ser arrastados para a área de trabalho do computador, podendo personalizá-los.
A interface do Aurora chama a atenção, por trazer elementos 3D. O vídeo de apresentação mostra que na parte de favoritos, por exemplo, os sites ficam dispostos em widgets, com as páginas mais acessadas perto do alcance do usuário, em comparação aos sites menos visitados.
O navegador também traz um ícone para acessar os comunicadores instantâneos, com o programa dentro dele. A Mozilla planeja revolucionar os browsers, "com a ajuda da indústria e pessoas no mundo que desejam se envolver e dividir idéias para nos ajudar a direcionar o futuro da internet", segundo o vice-presidente da Mozilla Labs, Chris Beard.
Qual seu navegador favorito? Internet Explorer, Firefox, algum outro? Quais as ferramentas de um ou de outro você mais aprecia, quais as vantagens de um, quais as vantagens do outro? Satisfeitos com suas ferramentas, o que você sugere? Blá, Blá, Blá. A Mozilla quer deixar todas essas perguntas e discussões para trás.
Para isso vem trabalhando no que chama de “A próxima geração do navegadores”. Intitulado Aurora, a idéia central desse navegador é transformar os elementos dos sites em widgets (tão famosos no Windows Vista), que poderão ser fixados em sua área de trabalho.
Parece irreal, não é? Bom, para que vocês tenham uma idéia do que vem por aí, assistam ao vídeo de demonstração abaixo preparado no laboratório da Mozilla.
Qual seu navegador favorito? Internet Explorer, Firefox, algum outro? Quais as ferramentas de um ou de outro você mais aprecia, quais as vantagens de um, quais as vantagens do outro? Satisfeitos com suas ferramentas, o que você sugere? Blá, Blá, Blá. A Mozilla quer deixar todas essas perguntas e discussões para trás…
….Para isso vem trabalhando no que chama de “A próxima geração do navegadores”. Intitulado Aurora, a idéia central desse navegador é transformar os elementos dos sites em widgets (tão famosos no Windows Vista), que poderão ser fixados em sua área de trabalho.
Parece irreal, não é? Bom, para que vocês tenham uma idéia do que vem por aí, assistam ao vídeo de demonstração abaixo preparado no laboratório da Mozilla.
Mesmo sendo cedo pra tirar conclusões, o vídeo impressiona, principalmente por todos os objetos 3D e o grande número de elementos e opções do navegador.
A Mozila quer recrutar o máximo de pessoas interessadas para participarem do projeto. Vejo o que disse o vice-presidente Chris Beard:
“Contamos com a ajuda da indústria e pessoas no mundo que desejam se envolver e dividir idéias para nos ajudar a direcionar o futuro da internet.”
A proposta é ousada, e muitos podem desacreditar, mas o fato é que a Mozzila já provou sua competência, portanto acredito que estamos mesmo perto de uma geração nova de navegadores, até porque se vingar a Microsoft não vai deixar por menos. E vocês o que acharam? Comentem…
Manual passo-a-passo para indexar um site no Google em cerca de 30 minutos:
1- Faça uma cópia de segurança dos arquivos (que estiverem no servidor web) do novo site que pretende indexar.
2- Entre na sua conta do Blogger (se ainda não tem nenhuma conta no Blogger, crie uma agora).
3- Escolha a opção “Criar um Blogue”.
4- Clique na opção “Configuração avançada do Blogue”.
5- Coloque o título do blogue igual ao título da seu site (para que a primeira indexação fique já com o título do seu site).
6- Confirme que a opção “Listagem” está configurada para “Listado”. Esta opção é a chave do sucesso da indexação rápida do blog, pois através desta configuração é criado um link direto do Blogger.com ao novo site.
7- Coloque as configurações de servidor FTP do seu domínio.
8- Coloque o nome do arquivo do blog igual ao nome de arquivo do index principal do seu site (index.htm, index.html, index.php, default.htm, default.html, etc).
9- Cloque o URL do blogue igual ao nome do seu domínio (p.e. http://www.seudominio.com/).
10- Preencha as definições de nome de utilizador e senha da sua conta de FTP.
11- Clique em continuar.
12- Escolha um modelo qualquer e crie rapidamente uma nova postagem (preferencialmente com texto semelhante ao que está na sua página inicial, não se preocupe com a formatação do texto ou com imagens).
13- Aguarde cerca de 30 minutos.
14- Pesquise no Google por site:seudominio.xyz.br
15- Logo que a pesquisa do ponto anterior apresente resultados (pode demorar um pouco menos ou um pouco mais de 30 minutos), publique novamente todo o seu site substituindo no processo o ficheiro do index do blog pelo ficheiro do index do site.
A partir deste momento o seu site está indexado! O Google já sabe da sua existência e começará a indexar todas as páginas do site, começando pelas que têm links directos do index.
Nota: Recomendo moderação na utilização desta técnica pois o impacto nas SERP a longo prazo é, para já, desconhecido.
A Google revelou uma versão preliminar do Friend Connect, um serviço que permite implementar funcionalidades semelhantes às das redes sociais em qualquer página da Internet.
Para adicionarem as funcionalidades sociais - como cadastro de visitantes, convites, galeria de membros ou envio de mensagens - os administradores dos sites apenas necessitam de adicionar um pedaço de código à página, não necessitando de quaisquer conhecimentos de programação.
O Friend Connect suporta ainda aplicações externas desenvolvidas pela comunidade de programadores da plataforma OpenSocial, que integra pesos pesados da Internet como a fundadora Google, a MySpace e a Yahoo!.
A Google afirma que o novo serviço não é uma resposta às iniciativas anunciadas na semana passada MySpace Data Availability e Facebook Connect, que permitem que os membros daquelas redes sociais transfiram as informações dos seus perfis para outros sites que utilizem regularmente.
Traduções em português do XOOPS Cube e de seus respectivos módulos, codificadas em ISO 8859-1 e UTF-8 e nomeadas seguindo o padrão internacional ISO (pt_utf8).
xoops cube tools BeaUTF8tor: converts XOOPS Cube language files from one character encoding to another through Unicode conversion. It has also limited support for code cleaning, text replacement of folders, filenames files content; and much more to come! ;-)
BeaUTF8r converts XOOPS Cube language files from one character encoding to another through Unicode conversion. It has also limited support for code cleaning, text replacement of folders, filenames files content; and much more to come!
Quick works that produces what is needed for XOOPS Cube, but not well AND/OR an incredibly good, and perhaps very time-consuming, pieces of code that produces exactly what is needed for XOOPS Cube.
Sistema automatizado para criação de websites escrito em PHP onde qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento de programação, pode rapidamente criar o site de seus sonhos em pouquíssimo tempo, pois tudo é realizado de forma visual e bastante intuitiva. Possui uma estrutura básica em que novas funcionalidades são instaladas por demanda via instalação de módulos. O XOOPS conta com mais de 500 módulos e 2.000 interfaces já prontas para diversas finalidades.
http://www.xoopscube.com.br/