Alinhamento – Compreenda sobre este importante recurso!

Você sabe a diferença entre alinhamento, balanceamento e cambagem? Se sua resposta for não, não se preocupe. Tal como muitas pessoas, você possui também dificuldade em discriminar estes procedimentos importantes para a durabilidade dos pneus, rodas e da suspensão do seu carro. Você não sabe se irá precisar alinhar as rodas ao examinar que seu veículo tende para o lado ou no momento em que ele revela ruídos em algumas velocidades? Ou será que nestes casos o adequado é balancear? Na dúvida você habitualmente pede para instituírem ambos? A ausência de noção é capaz de, várias vezes, fazer você desperdiçar dinheiro. É o que geralmente vem a acontecer no ato da cambagem. Esse método é necessário em apenas dois por cento dos automóveis nacionais, entretanto, por completo falta de informação, vários donos de automóveis têm sido enganados. Por isso, reservamos, aqui, tudo o que você necessita conhecer a respeito de alinhamento, balanceamento e cambagem .

Alinhamento

alinhamento O perfil mais comum de manutenção de pneus é o alinhamento , pois ele atua diretamente com a suspensão do automóvel, o que, se for mal desenvolvido ou deixado para lá, tem grande chance de causar avarias, afetando o equilíbrio, a segurança e a dirigibilidade do veículo. Portanto, é aconselhado ficar sempre de olho nisto.
O alinhamento nada mais é que um processo que ajusta os ângulos de direção e suspensão do carro. Existem três tipos e eles são convencionados como:
– Divergência ou convergência: inclinação positiva o negativa dos pneus no eixo horizontal;
– Câmber: inclinação positiva ou negativa dos pneus no eixo vertical;
– Caster: inclinação do pino mestre em relação à suspensão.
A maioria dos automóveis é elaborada para minimizar o dano dos pneus e inclusive potencializar o aconchego do condutor. Caso você deseje melhorar o desempenho do seu automóvel, pode ajustar o alinhamento dos pneus. Automóveis diferentes têm necessidades variadas.
O alinhamento do automóvel é para regular os ângulos das rodas, mantendo-as perpendiculares ao solo e paralelas entre si. Se você percebe que seu veículo puxa para a direita ou para a esquerda no momento em que você libera o volante por um curto período de tempo, você necessita analisar se as rodas do seu automóvel estão alinhadas.
Na grande parte dos automóveis, o alinhamento previne:

  • O dano desigual dos pneus, aumentando a sua vida útil;
  • O prolongamento do atrito do pneu no solo, colaborando para a economia de combustível do veículo;
  • O deslocamento do automóvel, aprimorando a condução e a segurança.

O alinhamento do seu automóvel pode ficar comprometido por causa do impacto do pneu com uma calçada, fissuras nas vias ou mesmo em acidentes mais graves como uma colisão. No momento em que o automóvel está desalinhado, as pontas (ombros) dos pneus se desgastam mais apressadamente, comprometendo o aproveitamento do veículo. Isso fará com que você precise substituir os pneus anterior ao previsto. Um simples desalinhamento pode gerar grandes problemas, dado que o intuito é aprimorar a condução e maximizar a durabilidade dos pneus.

Em que ocasião alinhar os pneus?

• Em qualquer uma das correções periódicas orientadas pelo fabricante do automóvel;
• Sempre após um choque contra buracos, pedras, guias ou outros itens;
• Sempre que ocorrer a modificação de algum componente da suspensão ou da direção;
• Toda vez que perceber algum comportamento esquisito no automóvel, pendendo a ir mais
para um lado ou com complicação de se manter no trajeto;
• No momento em que forem analisados desgastes irregulares nos pneus;
• Toda vez que ocorrer alteração de pneus.

Quanto tempo leva para alinhar um veículo?

Nas rodas dianteiras e traseiras o processo é realizado por aproximadamente trinta minutos. É uma atividade simples e deve ser feita por especialistas com equipamentos apropriados. Devido a isso, é recomendada a rede de revendedores que tem equipamentos de extremidade e especialistas altamente qualificados.

Alinhamento Técnico

O método denominado “normal” engloba a regulagem da “convergência” das rodas da frente ( que é exercido regulando-se as barras de direção cujas extremidades rosqueadas são capazes de aumentar ou encolher o comprimento das barras) e – em determinados automóveis – o ajuste da “cambagem” (ajuste do ângulo que as rodas fazem com o chão) que é feito nos parafusos de fixação dos pivôs das bandejas.
A grande parte dos carros contemporâneos não tem o ajuste de cambagem e, no momento em que os ângulos de cambagem estão fora do nível (cada veículo conta com os seus ângulos pré-definidos pelo fabricante), é necessário trocar as buchas das bandejas, ou as bandejas completas. Se isto não resolver, então será necessário executar o “alinhamento técnico”.
Neste caso, será necessário realizar o “repuxo” das partes estruturais do automóvel a fim de que seja restabelecido o reenquadramento original do monobloco ou das subestruturas de fixação das bandejas e demais componentes da suspensão. O procedimento mais comum é o repuxo das árvores dos amortecedores frontais ( em se tratando de suspensão McPherson), processo realizado “à frio” nas grandes lojas de serviços. No momento em que os ângulos estão muito fora do nível ( devido a uma colisão) é preciso o uso de repuxadores (mais conhecidos como Cyborgs).
Contudo, geralmente, a mera troca das buchas, bandejas ou pivôs, soluciona o problema (se o automóvel não tiver sofrido batida ou relevantes danos). E uma informação de grande importância: os ângulos de cambagem devem ser idênticos nas duas rodas: se um lado possui 0 grau o outro também tem que ser ajustado para 0 grau, caso uma lado esteja 1/4 positivo o outro também deve estar.

Sistema 3D:
O sistema 3D é bem diferente: um sensor identifica a posição de um refletor situado em cada roda e mostra na tela do computador o desenho tridimensional de fragmentos do automóvel e a diferença das medidas com relação ao parâmetro de fábrica.
Essa tecnologia aumenta a precisão e ainda reduz o perigo de perda de calibragem dos dispositivos, dado que os sensores estão fixados e os refletores nas rodas não têm necessidade de calibração. O profissional somente necessita equiparar o resultado obtido pelo software, que traz instalado as medidas de diversos modelos de carro e, inclusive, mostra a correção a ser feita.
Cada vez mais a tecnologia alcança as oficinas mecânicas, tornando os serviços de manutenção mais garantidos. O laser fica para trás e no lugar temos o alinhamento em 3D. Com ele, se pode analisar os parâmetros de fábrica de cada carro e seguir o parâmetro de fábrica.
Todo o processo é orientado pelo computador, que transmite as determinações ao mecânico. A câmera lê o sensor que está na roda e ela identifica, de acordo com o movimento dos pneus, os graus e a inevitabilidade de utilização de um caster (o ângulo de caster garante firmeza e estabilidade para a direção possibilitando conduzir em linha reta com esforço reduzido). Um ângulo de caster desregulado torna a direção pesada ou o próprio alinhamento.
O alinhamento 3D é muito mais necessário do que o executado pela antiga máquina laser. Na máquina laser, o mecânico não tem a referência do automóvel e o grau certo. Nesse caso, o mecânico mira o laser para uma régua na frente, que muitas vezes, se não estiver ajustada, fica a desejar para o cliente, que supõe que fez um serviço eficiente, porém segue desgastando o pneu de maneira irregular.

Alinhamento Digital

O alinhamento de direção digital – inclusive chamado de computadorizado – é um processo de rotina para qualquer pessoa que tenha um veículo, devendo ser realizado a cada 10 mil quilômetros percorridos.
Além de motivar diretamente a segurança do condutor, estudos recentes comprovaram que o alinhamento de direção inadequado é incumbido por mais ou menos cinquenta por cento de todos os danos em peças rotativas de máquinas.
Independente de na atualidade existirem diversos tipos de alinhadores de direção no mercado (abrangendo desde tecnologias mais convencionais até alinhadores 3D), o alinhador de direção digital também é uma preferência das oficinas por causa de seu custo benefício, funcionalidade e confiabilidade.

Qualidades do alinhador de direção digital:

  • Alinhador digital de 2 a 4 cabeças;
  • Notificação através de tecnologia WIRELESS, transfere os dados direto ao computador;
  • Tecnologia wireless que dispensa o uso de painéis os quais tomam amplo espaço na oficina;
  • Leitura dos dados de alinhamento realizada nos displays digitais das cabeças de medição ou na tela do computador, não sendo obrigatório o uso do computador;
  • Realiza medições de camber, caster, KPI, convergência, centralização de volante e set-back;
  • Fácil instalação e fácil manuseio;
  • Acompanham garras rápidas de série, barra de calibração, programa de alinhamento em língua portuguesa para transmissão de relatórios, banco de dados atualizado com automóveis nacionais e importados com atualização automática através da internet, entre outros equipamentos.

O procedimento é fácil. Quando as garras são acopladas nas rodas do automóvel, é feita a leitura dos dados realizada nos displays digitais das cabeças de medição ou na tela do computador. Aí os dados são verificados de maneira automática pelo software, e, logo, possibilita que o profissional observe se as rodas estão alinhadas ou não.

Os fundamentais passos do procedimento:

  • Proteção e desligamento;
  • Análises preliminares;
  • Medição das posições dos eixos;
  • Análise dos gráficos e cálculos;
  • Movimentações do eixo;

Um correto alinhamento de direção digital tem o intuito de conter vibrações, desgaste dos pneus, superaquecimento do automóvel, diminuição de potência e – especialmente – garantir a segurança do motorista pelos próximos 10 mil km.
Do ponto de vista financeiro, o alinhador de direção digital é extremamente rentável por permitir um procedimento ligeiro e protegido no interior da oficina a partir de um gasto de energia bem baixo.
Isso sem contar, obviamente, na qualidade e custo agregado oferecido aos consumidores, dado que o alinhamento de direção digital proporciona ao dono do veículo várias vantagens como:

  • Menor avaria dos rolamentos;
  • Maior conservação das vedações, eixos e acoplamentos;
  • Manutenção da temperatura no rolamento e no acoplamento;
  • Redução das vibrações nos eixos e parafusos da suspensão;
  • Redução expressiva de estragos nos eixos e parafusos da suspensão.

Todas essas vantagens podem – e devem – ser expostas aos compradores para agregar valor e diferençar uma oficina da competitividade.

Calibração do aparelho

Apesar do método ser relativamente fácil e frequente no interior das oficinas, a aferição do aparelho é um ponto fundamental para garantir um trabalho de qualidade.
Um erro comum em oficinas é a utilização de dispositivos desregulados, na maioria das vezes decorrência de deformações nos eixos paralelos que compõem as garras dos alinhadores.
Isso pode chegar a ter diversas razões, desde agravos resultantes de pancadas até aplicação inadequada do equipamento.

Balanceamento

Kbalanceamento Caso você perceba que o seu volante vibra ou se o seu veículo apresenta barulhos em algumas velocidades, você precisa dar uma olhada no balanceamento das rodas do seu automóvel. As implicações de não efetuar ou de realizar um procedimento mal executado nas rodas da frente e traseiras se concretizam por essas oscilações, seja no volante, no piso do veículo, no painel de instrumentos ou nos bancos. Isso pode acontecer em diferentes faixas de velocidades. Balancear as quatro rodas é totalmente fundamental para o aconchego na condução e na preservação do desempenho dos pneus.
O balanceamento das rodas é um trabalho efetuado para equilibrar o peso dos pneus e rodas, empregando o “chumbinho”. Esse serviço evita o dano anormal dos pneus expandindo a longevidade dos mesmos, além da economia e estabilidade do automóvel.
O processo garante a recuperação do equilíbrio entre as rodas e os pneus, evitando desgastes irrelevantes e conservando por mais tempo os pneus. A calibração também é uma maneira de ajudar a balancear, pois deixa a estatura semelhante e oferece maior sustentação.
O indicado é que se realize o balanceamento dos pneus a cada 10.000 km percorridos. Para isso, eles necessitam de estar em boas condições de uso de maneira a não lesar tais ajustes.
Balancear as rodas faz parte do pacote básico de zelos que você necessita ter com seu veículo. Ele se encontra ligado à suspensão do veículo, impedindo vibrações na direção e garantindo que o desgaste dos pneus seja regular.
Quando seu automóvel atingir 80.000 quilômetros, chegou o período de substituir o pneu.

Como fazer

Existe no mercado uma grande variedade de máquinas de balanceamento de rodas, sendo as fixas e as móveis (locais), apelidadas de “patinete”. Balanceadoras fixas operam com sensores que medem as agitações provenientes do desbalanceamento estático e dinâmico, mostrando onde pôr os pesos de chumbo nos planos externo e interno da roda. Esses pesos são fixados por grampo nas pontas dos aros ou são capazes de ser do padrão autoadesivo.
O método depende de diversas variáveis, as essenciais sendo:
– Nivelamento da máquina, que necessita ser realizado com nivelador planar;
– Fixação da máquina ao solo, que tem necessidade de ser a mais positiva possível, com chumbadores, por exemplo;
– Esquentar bem a máquina antes de iniciar qualquer balanceamento é importante a fim de que os circuitos eletrônicos e sensores funcionem equilibrados em tensão e corrente, mantendo a exatidão e a repetibilidade dos resultados ( o ideal é a balanceadora nunca ser desligada);
– Como a poeira é inimiga dos sensores e circuitos eletrônicos, preservar a máquina coberta quando não estiver em utilização;
– As rodas têm que estar limpas, sem barro aglomerado e sem pedrinhas situada nos sulcos dos pneus;
– Os pneus necessitarão ser calibrados anteriormente, visto que sua maior ou menor solidez influencia nos resultados;
– As rodas devem ser inspecionadas quanto a deformações causadas por batidas, buracos etc. ou empeno;
– A balanceadora precisa ser aferida periodicamente conforme as indicações do fabricante do equipamento.
Não faz muito tempo, os pneus traziam uma pinta vermelha que mostrava o seu local mais leve, em que sua montagem na roda deveria ser de tal maneira que a pinta se encontrasse alinhada com a válvula de enchimento do pneu, para demandar o menos de peso possível.
Hoje em dia, muitos pneus já não trazem esta pinta com a alegação que elas já não são mais necessárias, já que a produção dos pneus está bem mais necessita. Um exemplo disso são os pneus Michelin.
As balanceadoras mais velhas, dos anos 1950/60, eram isentas de sensores ou qualquer eletrônica, sendo o desbalanceamento dinâmico “sentido” por molas calibradas. Nessas máquinas primeiro era feito o balanceamento estático, roda agregada ao cubo da máquina, sem nenhum acionamento, pondo-se o peso por tentativa e erro até a roda cessar em qualquer posição.
Depois era feito o dinâmico, em que a roda era girada em alta rotação, cerca de 1. 000 RPM, por um rolo de contato ativado por motor elétrico, e, em seguida, deixada desacelerar naturalmente, quando o desbalanceamento era aparente e lido num gráfico “desenhado” de forma mecânica num disco untado com pasta branca e um ponteiro, perceptível para o operador, que observava a oscilação da roda. O gráfico indicava o peso a ser aplicado e sua localização na extremidade externa da roda. O balanceamento decorrente era perfeito, entretanto era trabalhoso.
Atualmente, com as máquinas eletrônicas, é muito mais fácil e além de tudo veloz, basta um único acionamento da roda, que dispensa rotação elevada, para a balanceadora acusar ambos desbalanceamentos (estático e dinâmico), onde a ministrar os respectivos pesos – interno, estático e externo, dinâmico – e da quantidade de gramas cada um. Essa ação não chega a um minuto por roda quando realizada por operador experiente.

Cambagem

cambagem Você já foi aconselhado a realizar a cambagem das rodas? Primeiro, é preciso compreender que o camber é um ângulo que as rodas têm em relação ao eixo perpendicular ao solo, e cambagem é como se denominou o método para reparar este ângulo.
De maneira popular, podemos falar que “camber negativo” é quando o carro encontra-se com as rodas inclinadas para fora da carroceria. Sempre que estão inclinadas para dentro, ele está com “camber positivo”.
Cada automóvel tem um ângulo ideal de camber e uma tolerância. Qualquer ângulo que esteja no interior dessa faixa mantém as excelentes condições de condução e estabilidade do automóvel.
O fato é que 98% dos veículos não têm sistema de regulagem do camber, nenhum parafuso para realizar qualquer tipo de conserto no ângulo. Para adquirir o ângulo de camber alterado, é preciso de um impacto bastante grande perpendicular com a roda, como uma colisão lateral, ou forçar a roda na guia ou pegar uma cratera no asfalto, daquelas que aparentam acabar de vez com a suspensão.
Você pode estar se questionando: se não há ajuste, o que os técnicos fazem na ocasião em que eles fornecem o tal serviço de cambagem?
De forma indevida, eles utilizam um cilindro hidráulico e, literalmente, desentortam o agrupamento da torre, a fim de trazer a posição das rodas no ângulo convencionado para aquele modelo.
Contudo, o procedimento mais certo seria descobrir a peça que está fora de medida (tortuosa) e alterar essa peça. Pode ser amortecedor, mola, manga de eixo ou qualquer outra peça da suspensão que tenha sido comprometida. A cambagem não existe, não está presumida em nenhum manual de montadora. Não se “desamassa” nenhuma peça da suspensão.
Se fizer isso, você trará a peça novamente às medidas do fabricante, mas ela perderá a flexibilidade incumbida por absorver as oscilações e solicitações do asfalto. O pior é que, ao longo do tempo, ela tenderá a perder o ângulo novamente.
Caso um estabelecimento de pneus tenha aconselhado cambagem das rodas do seu veículo e você ficou em dúvida da real essencialidade, leve o veículo ao seu mecânico de confiança e solicite uma inspeção da suspensão. Caso haja essencialidade, ele substituirá as peças danificadas e você estará documentado quanto à geometria da suspensão. Feito isto, estará preparado para substituir os pneus sem surpresas e sem cambagem.

Cambagem negativa

O camber negativo está se tornando cada vez mais popular por causa de seu apelo visual. As reais vantagens para o camber negativo são vistas nas propriedades de manobra. Um motorista ofensivo vai usufruir dos proveitos de uma maior aderência em curvas pesadas com curvatura negativa.